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Geral - 21/11/2022

Sinprece apresenta demandas da saúde ao titular da SESA

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Diretores e membros da base do Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde, Trabalho e Previdência Social (Sinprece) expuseram na quinta-feira (17), na Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), pontos reivindicatórios da categoria. O fechamento e a desocupação do Centro de Saúde do Meireles para uma reforma que nunca aconteceu foi o tópico inicial da reunião.

O sindicato discordou da forma traumática que trataram os servidores e a população, sobretudo, os cidadãos que utilizavam os serviços do Centro de Saúde. Acerca da discussão, o titular da pasta, Dr. Carlos Hilton, reconheceu que o Estado tem uma dívida com a sociedade pelo tempo que a unidade está fechada.
O gestor, no entanto, defendeu uma revitalização simples e eficiente e assegurou que apresentará uma proposta para a equipe de transição.

Hilton garantiu que todos os servidores federais cedidos ao Estado retornarão ao local de origem, já que todos foram distribuídos para outras unidades de saúde espalhados pela cidade. O secretário acrescentou que acompanha a situação dos 759 servidores federais cedidos ao Estado.

Os diretores também relataram acerca das reformas indevidas e, sem prazo para término, no Hospital de Messejana, situações que dificultam os trabalhos das equipes de saúde e o acesso dos pacientes. O Sinprece destacou que estão fechando espaços que ofereciam conforto para os pacientes e funcionários por atendimento em contêineres, porém fazendo com que os pacientes se exponham ao sol e chuva na marcação de exames. Além disso, detalharam que áreas históricas como como biblioteca, auditório, arquivo, dentre outros, foram desativados. Por conseguinte, lembraram de um container inserido atrás do necrotério, sem qualquer estrutura para higienização dos profissionais.

O secretário reconheceu que há uma descentralização no Estado, contudo, afirmou que tais atividades devem ser supervisionada e padronizada em todas unidades de saúde.

Em relação ao Hospital Geral de Fortaleza (HGF), a implantação da Funsaúde foi contraditória ao que se falava, pois servidores antigos foram transferidos de setor para dar espaço aos funcionários da fundação. A transição da administração foi desrespeitosa e causou descontentamento entre os servidores. Contudo, Hilton disse que buscará alternativas legais para que haja a devida adequação e que marcará outra reunião com o Sinprece, ainda no ano corrente.