CUT e demais centrais realizam protesto no próximo Dia 23 de Maio

No próximo dia 23 de Maio, as Centrais Sindicais Nacionais (dentre elas a CUT) além dos Movimentos Sociais farão nova mobilização em torno da manutenção do veto do Presidente Lula à emenda 3 e por mudanças na política econômica que caminhem no sentido do desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho.
 
Da Central Única dos Trabalhadores (CUT)
 

No próximo dia 23 de Maio, as Centrais Sindicais Nacionais (dentre elas a CUT) além dos Movimentos Sociais farão nova mobilização em torno da manutenção do veto do Presidente Lula à emenda 3 e por mudanças na política econômica que caminhem no sentido do desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho.
 
Da Central Única dos Trabalhadores (CUT)
 
A programação terá manifestações com ações unitárias estaduais e regionais, envolvendo o conjunto dos movimentos sociais, da Coordenação dos Movimentos Sociais – CMS, e as demais Centrais Sindicais. Toda essa programação visa debater com a sociedade a necessidade de uma ação conjunta contra a emenda 3 e a retirada de direitos trabalhistas, somando-se à luta por mudanças na política econômica que viabilizem a inclusão, o crescimento econômico que construa uma sociedade mais justa.
 
Além do conjunto das reivindicações e lutas da militância, teremos os seguintes eixos para este dia 23 de maio:
 
· Manutenção do veto do Presidente Lula, contra a emenda 3;
· Mudanças na política econômica;
· Pela retirada do PLP 01/2007;
· Por uma Previdência Pública para todos e que amplie direitos;
· Por Reforma Agrária e Incentivos à Agricultura Familiar;
· Pela valorização da Educação.
 
Estas bandeiras mantém, em primeiro lugar, a nossa luta contra a emenda 3 e pela manutenção do veto presidencial. A necessidade da mudança na política econômica é um eixo que unifica todos nós, seja nos movimentos sociais ou na CUT. Neste ponto, basicamente levantamos a bandeira da redução dos juros e do elevado superávit primário.
 
Outro ponto levado pelas Centrais a sociedade é desmistificar a idéia de que investimento no setor público seja considerado gasto. Esse limitador de 1,5% mais a inflação para o crescimento da folha de pagamento – o PLP 01 – é inclusive um tiro no pé do PAC, pois cria restrições ao crescimento e inviabiliza o Estado, freando concursos e novas contratações.
 
No debate da Previdência, a CUT reafirma a defesa de uma Previdência Pública e pela ampliação de direitos, tema que faz um enfrentamento claro com setores da mídia e com o capital, que têm pautado esse debate, vendendo a idéia de que a Previdência no Brasil é uma benesse. Reafirmamos que a Previdência Social tem de ser pública e deve ampliar direitos, melhorando o seu financiamento, que deve ser feito com a cobrança sobre o faturamento das empresas e não sobre a folha de pagamento, como é hoje. Esta é uma mudança concreta, que precisa ser feita para fortalecer o caixa da Previdência, estimular a produção e melhorar a empregabilidade. Além disso, as mudanças na política econômica garantem maior produção e mais empregos formais, o que aumenta a receita da Previdência. Outra questão que defendemos é uma política de cobrança dos devedores, para garantir que os cerca de R$ 200 bilhões devidos por grandes empresas sirvam para incrementar o setor.
 
Temos o debate da reforma agrária e da política agrícola, que são alicerces do desenvolvimento no campo e, principalmente, para o fortalecimento da pequena agricultura, como a valorização da educação, a universalização de um serviço de qualidade e a melhor remuneração dos(as) trabalhadores(as), a ampliação do Orçamento público.
 
23 de maio – pressão total pela manutenção do veto à emenda 3 e por mudanças na política econômica.

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