“Lutando contra o machismo e a exploração”
Neste 8 de março, “Dia Internacional de Luta das Mulheres”, é fundamental que estejamos unidas enquanto trabalhadoras, resgatando o sentido histórico de nossa luta contra o capital e seus representantes, exigindo a manutenção dos direitos conquistados às custas de nosso sangue e suor. E lutando contra a opressão machista, que nos violenta cotidianamente. No Brasil a retirada dos direitos conquistados vem ocorrendo há décadas e, no último período o governo Lula é o responsável pela aplicação dos planos da burguesia que atacam a classe trabalhadora.
É o governo Lula que fez a Reforma da Previdência aumentando a idade mínima para aposentadoria e agora está encaminhando outra reforma que além de aumentar novamente o tempo/idade, irá atacar mais diretamente as mulheres diminuindo a diferença em relação aos homens, desconsiderando assim a dupla jornada a que estamos submetidas.
É o governo Lula que encaminhou a proposta de Reforma Trabalhista que prevê a flexibilização dos direitos, inclusive a licença maternidade. É o governo Lula que aprovou a Lei Maria da Penha num dia e no outro cortou 42% dos recursos para combater a violência contra a mulher. Vamos seguir lutando por uma sociedade justa, sem machismo, sem opressão, sem exploração: UMA SOCIEDADE SOCIALISTA.
Mulheres classistas, feministas contra o governo Lula!
Lutando contra o machismo, a exploração e pelo socialismo!
Por tudo isto é necessário nomear os responsáveis pelos ataques:
Lula/FMI
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UMA SOCIEDADE SOCIALISTA
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•Pela construção de postos de saúde e hospitais em todos os bairros da periferia;
•Pela construção de restaurantes públicos e lavanderias coletivas;
•Pelo fim da violência sofrida pelas mulheres;
•Pelo direito a moradia digna;
•Contra o preconceito de raça, nacionalidade e orientação sexual.
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Convidamos a todas as lutadoras a construir este 8 de março para lutar:
•Contra as reformas de Lula/FMI que retiram direitos das mulheres trabalhadoras.
•Em defesa da aposentadoria e da licença maternidade.
•Por salários dignos e iguais para homens e mulheres que exerçam as mesmas funções;
•Pela construção de creches e escolas públicas de jornada integral que atendam todos/as os/as filhos/as das trabalhadoras;
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