O Governo vai encaminhar em agosto o Projeto de Lei anti-greve no Serviço Público Federal.
Da FENASPS
A proposta exposta pelo Ministro Paulo Bernardo nos debates na Comissão de Serviço Público, para os servidores participar de greves será necessária à presença de 50% dos trabalhadores nas Assembléias, e comunicar o patrão com 72 (setenta duas) de antecedência. Ou seja, para um governo que construiu sua história fazendo greves, Lula esqueceu e traiu totalmente seu passado, pois hoje faz coro com as elites que tanto critica quando faz seu proselitismo político.
Para bancar o democrata, o governo montou um grupo de trabalho com entidades aliadas, cujo objetivo é discutir e apresentar uma proposta que vise à regulamentação de (sic) “negociação coletiva do Serviço Público”. Na verdade a única proposta visível até agora é a lei que proíbe a realização de greve no Serviço Publico.
No que tange as centrais sindicais a promessa é grande, reconhecimento por parte dos Gestores Públicos de Organização Sindical, mudarem o nome do famigerado imposto sindical que antes descontavam um dia de serviço dos trabalhadores para financiar sindicatos pelegos, podendo chegar a um montante de 120 milhões de reais. Daí justifica o grande esforço da CUT e demais entidades governistas em realizar atividades em Brasília, para prestar contas do gasto do dinheiro, ou seria para dar apoio a Lula, contra todos os “antidemocratas” que tiveram coragem de vaiar o presidente da República, uma personalidade tão introspectiva que a cada tragédia ou escândalo diz que não sabia de nada.”

Greve INSS é destaque no programa “Chame o Barra”
Na quinta-feira (18), a TV Jangadeiro, afiliada do SBT, acompanhou de perto o terceiro dia de greve dos servidores do Instituto Nacional do Seguro Social






















