Hoje, 30 de março, a diretoria do SINPRECE foi ao INSS da Rua Pedro Pereira, Centro, para, junto aos servidores, reunirem-se com a gerente executiva, Fátima Zeferino e esclarecer as medidas tomadas na última sexta-feira, 26, por conta dos transtornos causados pela reforma do prédio.
Às 14h, após a gerente ter negado uma conversa naquele momento e a direção do SINPRECE ter declarado que era imprescindível um diálogo, Fátima Zeferino acordou em falar a respeito do não cumprimento da redução da carga horária. Ela alegou que as chefias não teriam acatado à sua decisão por receio de uma auditoria, argumentando ser necessário ter um respaldo legal para abonar os pontos, já que o sistema SISREF não aceita registro de 6h de trabalho. Por isso, a gerente executiva justifica o encaminhamento da questão aos Recursos Humanos em Brasília.
Enquanto isso, os servidores ficam obrigados, mesmo em circunstância emergencial, a cumprir carga horária de 8h e sujeitos às condições insalubres e aos riscos de acidente do trabalho. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), regulamentada pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) nos artigos 162 a 165 e pela Norma Regulamentadora 5 (NR-5), não está, nesse momento, assumindo o seu papel de planejar e assegurar a qualidade do ambiente de trabalho.
Fátima Zeferino disse ainda que o barulho não justifica a liberação dos servidores e que a redução da carga horária para 6h não previne os acidentes. No entanto, o SINPRECE entende que quanto mais tempo o servidor estiver sujeito às condições insalubres imposta, mais eles estarão expostos aos riscos de acidente de trabalho e aos danos à sua saúde.
Sendo assim, diante das condições apresentadas, a gerente executiva se comprometeu a amanhã, 31, apresentar solução para esse problema.























