23 de Maio: Cerca de três mil trabalhadores na Praça do Ferreira em Fortaleza

O Centro de Fortaleza foi palco na tarde desta quarta-feira da maior manifestação a favor do veto presidencial à Emenda 3 já realizada no Estado.

Da Central Única dos Trabalhadores (CUT – Ceará)

O Centro de Fortaleza foi palco na tarde desta quarta-feira da maior manifestação a favor do veto presidencial à Emenda 3 já realizada no Estado.

Da Central Única dos Trabalhadores (CUT – Ceará)

Cerca de 3 mil trabalhadores de diversas categorias ocuparam ruas e praças para dizer “Não” à Emenda 3, Pela retirada do PLP 01 (projeto, que faz parte do PAC, que pretende congelar o aumento dos gastos anuais do governo com a folha de pagamento do funcionalismo a apenas inflação mais 1,5%, pelos próximos 10 anos); Por mudanças na política econômica; Por uma Previdência Social Pública e Universal; Por reforma agrária e política agrícola; Pela promoção da Educação Pública de qualidade; Por mudanças na política econômica; Pela valorização do serviço público e políticas sociais; Pela reestatização da Coelce; Pela Reforma Urbana; Contra a transformação dos hospitais universitários em Fundação Estatal; Pela não fragmentação do Ibama e; Em defesa dos bancos públicos e pela democratização do crédito.

Os trabalhadores concentraram-se desde as primeiras horas da tarde na Praça da bandeira e saíram em caminhada pelas ruas do Centro até a Praça do Ferreira. Durante o trajeto foram feitas paradas estratégicas. A primeira foi no Banco do Brasil que criou um “pacote de maldades” contra seus empregados, prevendo terceirizações e plano de demissões de alguns setores da instituição.

A segunda parada foi em frente à Coelce (Companhia Elétrica do Ceará), empresa privatizada durante o governo tucano. A Coelce cruelmente cortou a luz da dona de casa Maria Luiza Bezerra que vivia com a ajuda de aparelhos. Resultado do descaso: Luiza veio a falecer po insuficiência respiratória. A conta de luz estava atrasada e mesmo com todos os apelos desesperados da família da vítima a energia foi desligada.

A terceira parada foi em frente a uma das lojas Riachuelo. No último dia 21 de abril – feriado nacional – a rede de lojas abriu suas portas sem ter feito qualquer acordo com o Sindicato dos Comerciários. E a regulamentação da abertura do horário do comércio é uma das principais bandeiras dos comerciários na atualidade.

O encerramento da caminhada ocorreu na Praça do Ferreira. Diversos sindicatos cujas categorias estão em greve puderam manifestar suas idéias e protestar.

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